1813

Prefeitura Municipal de Pau Brasil

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Visão Geral

Visão Geral

Bandeira Bandeira do Município
Brasão Brasão do Município
  • Aniversário: 18 de abril
  • Fundação: 18 de abril de 1962
  • Padroeiro (a):Santa Luzia
  • Gentílio:pau-brasilense
  • Cep: 45890-000
  • População: -13 (estimativa)
  • Prefeito (a): (PSD)
    2017 - 2020

Geografia

Litoral Sul/Território da Cidadania

Considera-se por Litoral Sul, todo o espaço a partir da foz do rio Jequiriça até a foz do rio Jequitinhonha. Área que se desenvolveu a partir de um único produto, o ‘‘ouro agrícola’’, o cacau. Fruto que também foi o responsável pela preservação da Mata Atlântica, característica marcante em quase toda a região, pois carente de sombra, jamais permitiu que árvores fossem abatidas. Abrigou, assim, em seu entorno, floresta tropicais e toda uma fauna singular, própria da região. Reúne 53 municípios, totalizando 25.513 Km 2, 4.5% da superfície da Bahia.

Limites intermunicipais/Fronteiras:
Ao Norte - Itajú do Colônia.
Ao Sul - Potiraguá
Ao Oeste - Itapetinga
Ao Leste - Camacan

Regionalização:
Mesorregião Geográfica: Sul Baiano
Microrregião Geográfica: 31. Itabuna/Ilhéus
Região Econômica: 04. Litoral Sul
Região Administrativa: 07. Itabuna
Eixo de Desenvolvimento: Mata Atlântica
Território de Identidade: 05. Litoral Sul

População

10.852

Clima

Quente e úmido

História

A colonização da região do Córrego da Água Preta e o município de Pau Brasil.

Em 1930 a família Ribeiro comandava a região. Eram família tradicional e de políticos fortes em Canavieiras, foi quando Euclides Cerqueira e Valentim Rodrigues resolveram procurá-los, pois queriam que, nas terras do Córrego de Água Preta, fosse criado um arraial. Após a conversa, Euclides Cerqueira e Valentim Rodrigues retornaram à região a procura do vizinho de posse, Rufino Alves, pediram que ele liberasse em sua terra, a faixa esquerda para que fosse criado ali, um Arraial. Como Rufino Alves era apenas um posseiro e suas terras não tinham nenhum tipo de documentação, de modo que oficialmente pertenciam ao Governo do Estado da Bahia, tratou de liberou a parte que os amigos pretendiam para iniciar um Arraial, surgindo meses depois às primeiras casas de taipa, cobertas de taubilhas com piso de chão batido.

Três anos depois (1933), Lindolfo Alves da Silva e Maria Vieira da Silva (pais de Zé Garapa), tinham vindo da Fazenda Vargito, também pertencente ao município de Canavieiras (hoje município de Camacan) para a região. Foi quando Geminiano, que residia na região da Água Preta, matou a primeira vaca, sendo ele o primeiro a comercializar carne no lugar. Possivelmente nesse tempo nascia o Arraial de Apiuna.

Não demorou muito, logo surgiu o primeiro boteco (comercio pequeno) para vender bebidas alcoólicas na região e alimentos. Zé de Olísio e Damião foram os primeiros bodegueiros. Como eles vendiam pinga, ´´Chico Roxo´´, era o sanfoneiro do lugar. Nos finais de semana quando juntava gente, a festa era iniciada. Nesse período como não tinha muitas mulheres no Arraial, dançava homem com homem e “Chico Roxo” puxava o fole de oito baixos. Era só alegria, nessa época o respeito e a amizade entre as pessoas eram recíprocos, não existia preconceito.

Vila de Apiuna e o Comércio
Em fevereiro do ano de 1935, o tropeiro Ananias Alexandrino estava no povoado de Itauna (hoje Itapé), convidou o bodegueiro Gilberto José do Nascimento, conhecido por “Betinho”, para morar e trabalhar em Apiuna. Betinho gostou da ideia, arrumou a bagagem e seguiu para Apiuna, Ananias Alexandrino foi quem fez o transporte de sua bagagem e as mercadorias para Vila de Apiuna. Ao chegar, alugou uma casa e começou a comercializar. Seu irmão Edmundo José do Nascimento, o “Mundinho”, morava na fazenda com seus pais na região de Itajú da Colônia, “Mundinho” quando soube que seu irmão estava morando em Apiuna, se interessou em ir também. Certo dia quando “Betinho”, foi visitar seus pais, resolveu convidar “Betinho” para abrirem uma sociedade, “Mundinho” concordou e seguiram juntos em busca de crescimento financeiro em Apiuna.

Betinho instalou sua casa comercial na única Rua da Vila, para vender secos e molhados, nesse período chegava gente de todos os lugares em busca de terra para plantar e colher. A fama de terra boa para plantar corria, por todos os lugares. Não demorou muito tempo, a Vila começou a crescer, foi quando começaram a surgir às primeiras casas, que formou a primeira praça (Seu primeiro nome Praça Getúlio Vargas, atualmente Juracy Magalhães), foi quando o Prefeito de Canavieiras construiu um barracão, para que os tropeiros do sertão pudessem comercializar seus produtos: carne-seca, farinha, feijão, etc., e durante a noite pudessem pernoitar com tranquilidade.

A Feira Livre
No ano de 1939, Santa Rosa já estava com várias casas comerciais e diversas residências. Com o seu desenvolvimento, nascia sua primeira feira livre, atestando a força da lavoura cacaueira e da pecuária local. Foi quando também surgiram os primeiros barraqueiros: D. Mariana, esposa do fazendeiro, Guilhermino Caetano, vendia comida (o cuscuz era famoso pelo seu sabor).

O primeiro barraqueiro a vender carne foi Jorge de Fulor, do Barroca, e Roque Reinaldo, foi o primeiro “fateiro” do lugar. Surgia também a melhor farinha produzida na região de Santa Rosa. Vicente Anastácio da Silva fazia farinha boa, tudo era muito artesanal, sua farinha foi muito comercializada na feira de Santa Rosa. A farinheira era localizada em sua propriedade (Fazenda Boa sorte) nas proximidades de Santa Rosa (hoje ao lado Pau Brasil Country Club). Vicente Farinha Boa foi o apelido que ele ganhou por conta da farinha que ele mesmo produzia e vendia para a população.

Nesse mesmo tempo surgiram os vendedores comerciais para comercializar seus produtos e abastecer o comercio de Santa Rosa. Foi quando também surgiram Camilo Mota, Manoel Mota e outros, nesse mesmo período o lugar tomava novos rumos para o desenvolvimento. A pensão de “D. Fortina” já estava presente na Baixinha, enquanto isso, já a Vila de Santa Rosa contava com diversos tropeiros, para fazer o transporte de mercadorias do comercio de Itabuna para abastecer Santa Rosa. Eram os tropeiros Alfredo, Francisco Meira e seu ajudante Diolino Bispo e muitos outros, eles faziam muito sucesso nesta época, tempo que surgiu Antônio Ferreira, o matador de onça (ele é filho de Deódato).

A Primeira Professora
Em 1942, Angelita Ferreira de Castro, chegou no lombo de animal para lecionar na Escola Humberto de Campo, para um grupo de 30 alunos, a convite de Juvêncio Ferreira Lima, em uma sala na Praça Getúlio (Hoje Juracy Magalhães). Á noite a professora utilizava a sala da escola para ministrar a palavra de Deus (Congregação da Igreja Presbiteriana do Brasil), sendo Angelita a primeira professora. Nesse mesmo período o Cabo Chiquinho entrou pedalando a primeira bicicleta, vindo de Potiraguá, ano em que “D. Clara Paneleira´´ estava fazendo suas panelas de barro na Rua de Jacareci (Hoje Rua Euclides Cerqueira), surgindo assim à primeira artesã de Santa Rosa.

A Primeira Associação
Também em 1942 os desportistas de Santa Rosa criaram a primeira Associação, que denominaram de Associação Desportiva Santa Rosa, em seguida resolveram arrecadar dinheiro entre os associados e alguns fazendeiros da região, para comprar um rádio. O Radio Invicto foi finalmente comprado, ficou na Escola Humberto de Campos, o gringo Karim era o responsável para operar o tal rádio, que funcionava, com uma bateria de carro. A noite os Associados e alguns moradores convidados se reunião na Escola iluminados por um lampião a querosene, para ouvir a programação do rádio que era novidade naquele tempo. Entre uma fala e outra, no rádio tocava as cantigas, as modas de viola, como as de Tonico e Tinoco, os programas Repórter Esso, Voz do Brasil, e de piadas, (Jararaca e Ratinho https://www.youtube.com/watch?v=qRNHpxlIqXk e as músicas de Alvarenga e Ranchinhos https://www.youtube.com/watch?v=2TXxKyESBY0. Após ouvirem os programas líderes em audiência no Povoado de Santa Rosa, Karin desligava o rádio e os moradores voltavam para suas casas, comentando que retornariam na outra noite para ouvi o rádio.

Os Tropeiros
Nesse mesmo período a Vila de Santa Rosa contava com vários tropeiros: Jessé, Ananias Alexandrino, Antônio Sobrinho, Zequinha de Firmo Abreu, Joãozinho, Dãozinho, Pequeno Andrade, Zeca Rosa e Renato Valete, eram donos de tropas, e responsáveis pelo transporte de qualquer tipo de mercadoria. Foi quando chegou Guilhermino Nicolau da Silva, como Herói Nacional, ele também tinha combatido durante a II Guerra Mundial, fez parte da Força Expedicionária Brasileira, seu pai tinha comprado uma fazenda na região do Mundo Novo.

O Distrito de Santa Rosa
Em 1951, Diolino Bispo era posseiro na região da Água Vermelha. Sua fazenda situava-se nas proximidades da serra da Esfola Vara, (Origem do nome – A serra tem 1200m de altitude. Naqueles tempos, pra subir as pessoas seguravam nas varas. Era região de mata virgem, com poucos posseiros, mas era o único acesso que ligava a região de Água Vermelha à Jacareci). Nesse ano Santa Rosa estava bem desenvolvida, com varias ruas e sua feira livre com muitas barracas. O Prefeito de Canavieiras, Edson Lopes de Castro, moradores da Santa Rosa e outros políticos em Canavieiras, transformaram o Povoado de Santa Rosa em Distrito. Sóstenis Almeida foi indicado para assumir a administração.

Nesse período, ainda não existia estrada, mas não demorou muito tempo, o Prefeito autorizou a abertura de um campo de pouso, para facilitar o transporte e o acesso do Distrito à sede do Município e outras regiões. Finalmente, na tarde do dia 28 de fevereiro, o Distrito de Santa Rosa recebia o pouso do primeiro teco-teco, pilotado por Cordeiro, que trazia passageiros de Canavieiras. Foi uma alegria naquele tarde de inauguração. Argemiro também esteve presente com a sua máquina, clicando e registrando o grande acontecimento histórico.

BA 001 à Santa Rosa
No ano de 1951, Laudelino Marques da Silva ‘’Seu Lau – Pai de Beca’’ trabalhou como garimpeiros na construção da estrada da fazenda Nova Ipiranga ao Distrito de Santa Rosa. Os lajedos encontrados por onde a estrada estava passando, eram quebrados, sob a força do homem que utilizavam pesados marrões ou dinamites. Construíram várias pontes, e algumas passagens de gado (túneis). As pontes e as passagens foram construídas de cimento armado. Aloísio Rosa Muni transportava as pedras para a construção da estrada. Filadelfo Almeida da Silva, conhecido por ‘’Manga’’, também trabalhou como garimpeiro na construção da estrada. Muitos homens foram convocados para trabalhar. Foi totalmente construída por braços de homens de bastante força, energia e coragem.

Eles utilizaram de carroças de madeira para transportar a terra durante a construção da estrada ou para fazer as bancas de terra. Durante a construção da estrada chovia bastante, o que produziam vários atoleiros no trecho da estrada. Nesses locais foram obrigados a fazer calcetamento com quatro metros e meio de largura, com pedra bruta e depois forravam com cascalho, senão atolava até os animais que passavam transportando mercadorias ou a produção das fazendas. Era o progresso que estava chegando pela estrada.

Passaram-se os anos...
Os moradores e políticos do Distrito de Santa Rosa e da sede do município (Canavieiras), perceberam que Santa Rosa poderia sobreviver com as suas rendas. O cacau e o gado eram as principais culturas existentes e isso dava margem de respaldo para que a população se unisse para elevar Santa Rosa à categoria de Município. Em 18 de abril de 1962, o Governador do Estado da Bahia, Juracy Magalhães, assina a Lei Estadual n.º 1.681, publicada no D.O.E - Diário Oficial do Estado, em 19 de abril do mesmo ano, criando o Município de Pau Brasil.

As 10:00h, do dia 07 de abril do ano de 1963, José Veloso Viana, tomou posse como primeiro Prefeito eleito pelo voto direto do povo de Pau Brasil, empossado na Câmara de Vereadores juntamente com os vereadores: Nilson Alves de Almeida, João da Silva Café, Josafá Alves do Nascimento, Everaldo José do Nascimento, Ruy Guimarães Falcão, Pedro Alves dos Santos, Omar Lopes Pereira, Jobilho Teles de Oliveira e Lauro Marques de Carvalho. Para assumir a Presidência da Câmara de Vereadores foi eleito o empresário e fazendeiro Ruy Guimarães Falcão, para um mandato de 02 anos.

José Veloso Viana
Eleito em 07.10.62
Mandato de 1963 a 1967

As 10:00h, do dia 07 de abril do ano de 1963, José Veloso Viana, tomou posse como primeiro Prefeito eleito pelo voto direto do povo de Pau Brasil, empossado na Câmara de Vereadores juntamente com os vereadores: Nilson Alves de Almeida, João da Silva Café, Josafá Alves do Nascimento, Everaldo José do Nascimento, Ruy Guimarães Falcão, Pedro Alves dos Santos, Omar Lopes Pereira, Jobilho Teles de Oliveira e Lauro Marques de Carvalho. Para assumir a Presidência da Câmara de Vereadores, foi eleito o empresário e fazendeiro, Ruy Guimarães Falcão, para um mandato de 02 anos.

Luiz Nogueira de Souza
Eleito em 07.10.67
Mandato de 1967 a 1971


As 10:00h, do dia 07 de abril de 1967, José Veloso Viana, na Câmara de Vereadores, fez a transmissão de cargo, passando o seu cargo de Prefeito para o Sub-Delegado, Luiz Nogueira de Souza, que foi empossado como segundo Prefeito eleito pelo voto direto, juntamente com os vereadores: Armando Veloso Viana, Omar Lopes Pereira, Dílson Vieira dos Santos, José Batista de Morais, Durval Moreno Pereira, Nilson Alves de Almeida, Altenor Ferreira Santos e Antônio Alves dos Santos. Para assumir a Presidência da Câmara de Vereadores, foi eleito o fazendeiro Fabriciano Lopes Pereira, para um mandato de 02 anos. Antônio Alves dos Santos foi o primeiro vereador cassado devido à falta de frequência nas seções da Câmara e Altamirando Mota do Nascimento (Nino Camelo), assumiu como suplente ate o final do mandato. Legislativo.

Pedro Alexandre Leite
Eleito em 15.11.70
Mandato de 1971 a 1972

As 10:00h, do dia 31 de janeiro de 1971, o fazendeiro Pedro Alexandre Leite, foi empossado na Câmara de Vereadores juntamente com os Vereadores: Nilson Alves de Almeida, Carlos Cardoso dos Santos, (Carlito de Daniel Cardoso), Romildo Alves dos Santos (como primeiro Vereador mais bem votado), Altenor Ferreira Santos, Armando Veloso Viana, Josafá Alves do Nascimento, José Batista de Morais, Dílson Vieira dos Santos, Altamirando Mota dos Nascimento, Francisco Rodrigues dos Santos e Francisco Teixeira Rocha. Para assumir a Presidência da Câmara de Vereadores, foi eleito Nilson Alves de Almeida, para um mandato de 02 anos.

Gileno Virginio de Jesus
Eleito em 15.11.72
Mandato de 1973 a 1976

As 10:00h, do dia 01 de fevereiro de 1973, o comerciante Gileno Virginio de Jesus, foi empossado na Câmara de Vereadores juntamente com os Vereadores: Josafá Alves do Nascimento, José Carlos de Melo, Maria Suely Rodrigues Veloso, Nelson de Freitas Lima, Camerindo Santos Silva, Altenor Ferreira Santos, Omar Lopes Pereira, Francisco Teixeira Rocha, Joel Brito Alves, Carlos Henrique de Souza e Jazon Ramos Neto. Para assumir a Presidência da Câmara de Vereadores foi eleito Altenor Ferreira Santos, para um mandato de 04 anos.

Durval José de Santana
Eleito em 15.11.76
Mandato de 1977 a 1982

As 10:00h, dia 15 de novembro de 1977, na Câmara de Vereadores, o Fazendeiro Durval Jose de Santana, foi empossado na Câmara de Vereadores juntamente com os Vereadores: Jazon Ramos Neto, José Vieira da Silva, João Rodrigues da Silva, José Neris da Silva, Edla Carvalho Santos, Florisvaldo da Silva, Nelson de Freitas Lima, Franscisco Teixeira Rocha, Joel Brito Alves, Omar Lopes Pereira e Elvino Eduvirgens Ferreira. Para assumir a Presidência da Câmara de Vereadores foi eleito Jazon Ramos Neto, para um mandato de 05 anos.

Luiz Nogueira de Sousa
Eleito em 15.11.82
Mandato de 1983 a 1988

As, 10:00h, do dia 01 de fevereiro de 1983, o fazendeiro Luiz Nogueira de Sousa, retorna a prefeitura pela segunda vez, foi empossado na Câmara de Vereadores juntamente com os Vereadores: Sálvio Rosa de Assis (In memória), Nelson de Freitas Lima, Joel Brito Alves, Altenor Ferreira Santos, Jazon Ramos Neto, José Rodrigues Sobrinho. Gregório Augusto dos Santos, Valdemir Odilon Alves, Roque Feliz Câmara, José Augusto da Silva, Omar Lopes Pereira e Edna Carvalho de Araújo. Para assumir a Presidência da Câmara de Vereadores foi eleito Edna Carvalho Santos, para um mandato de 05 anos.

José Augusto dos Santos Filho
Eleito em 03.10.88
Mandato de 1989 a 1992

As 10:00h, do dia 01 de janeiro de1989, o fazendeiro e comprado de cacau José Augusto dos Santos Filho, foi empossado na Câmara de Vereadores juntamente com os Vereadores: Nelson de Freitas Lima, Oziel dos Santos Ferreira, Antônio Alves de Aguiar, Marcos de Formiglis Martins, Juarez Pinheiro Canguçu, Juvenal Correia de Oliveira, Antônio Alves Lima, José Neris da Silva, Joel Brito Alves, Levi José Dias e Jazon Ramos Neto. Para assumir a Presidência da Câmara de Vereadores foi eleito Nelson de Freitas Lima, para um mandato de 04 anos.

José Acácio Chaves Cardoso
Eleito em 03.10.92
Mandato de 1993 a 1996

As 10:00h, do 01 de janeiro de 1993, empresário José Acácio Chaves Cardoso, foi empossado na Câmara de Vereadores juntamente com os Vereadores:: Roque Dias do Nascimento, Anilson da Silva Leite, Edílson Rodrigues de Souza, Gilson Oliveira Silva, Oziel dos Santos Ferreira, Durval Marques dos Santos, Walter Augusto de Miranda, José do Carmo Souza, Cleonice Pereira Lisboa, Daniel Marques de Brito e José Neris da Silva. Para assumir a Presidência da Câmara de Vereadores foi eleito Roque Dias do Nascimento, para um mandato de 04 anos.

Marcos Santos Rocha
Vice-Prefeito
Eleito em 03.10.92

Em 24 de outubro de 1996, o fazendeiro e comerciante Marcos dos Santos Rocha assumiu a Prefeitura Municipal em decorrência da morte trágica do Prefeito José Acácio Chaves Cardoso.

Durval José de Santana
Eleito em 03.10.96
Mandato de 1997 a 2000

As 10:00h, do dia 01 de janeiro de 1997, o fazendeiro Durval José de Santana, volta a prefeitura e foi empossado na Câmara de Vereadores juntamente com os Vereadores:: Antônio Raimundo dos Santos, Alan Ferreira Santos, Anilson da Silva Leite, Daniel Marques de brito, Edílson Rodrigues de Souza, Letícia Maria Amaral Santana, Risa Soane Silva Câmara, Wilson Augusto dos Santos, Marcos de Formiglis Martins, Durval Marques dos Santos e Gildasio Eduvirgens Ferreira. Para assumir a Presidência da Câmara de Vereadores foi eleita Letícia Maria Amaral Santana, para um mandato de 04 anos.

Antonio José do Prado
Eleito em 03.10.2004
Mandato de 2005 a 2008

As 17:00h, do dia 01 de janeiro de 2005, o comerciante Antônio José do Prado, foi empossado na Câmara de Vereadores, juntamente com os Vereadores: Delmirio Marinho de Oliveira, Edmilson Pereira de Oliveira, Geovan de Souza, Gerson de Souza Melo, José Raimundo Alves Ribeiro, Mario Serafim dos Santos, Vilma Vieira Santos, Maria Suely Azevedo Rodrigues, Valderlins Pinheiro de Matos (PINHO), para um mandato de 04 anos.


Antonio José do Prado
Reeleito em 03.10.2008
Mandato de 2009 a 2012

As 17:00h, do dia 01 de janeiro de 2009, o comerciante Antônio José do Prado, foi empossado na Câmara de Vereadores, juntamente com os Vereadores: Alan Ferreira, Reginaldo, Acácio Miranda, Gerson de Souza Melo, Maria Suely Azevedo Rodrigues, Valderlins Pinheiro de Matos, Jorge Góes, Nizan Tenise, Amadeu para um mandato de 04 anos. Em decorrência do falecimento do vereador Valderlins, assumiu Rui Dentista


José Alberto Santos rocha
Eleito em 07.10.2012
Mandato de 2013 a 2016

Ás 19:00h, do dia 01 de janeiro de 2013, o médico José Alberto Santos Rocha prefeito, e a professora Vilma Vieira vice-prefeita foram empossados, a cerimônia foi realizada na Praça Pedro Alexandre Leite, juntamente com eles os Vereadores:, Acácio Miranda, Elton Ganguçu, Jorge Góes, Claudeir de Amaral, Nego da Mata, Randes, Rui Dentista, Gerson de Souza Melo e Vilmar Alves para um mandato de 04 anos.

Texto gentilmente cedido por Fernando Quá (José Fernando Santos da Silva).
Fonte: Câmara de Vereadores e pesquisa feita por Fernando Quá.

Turismo

No ano de 2018, o município de Pau Brasil foi incluído no Mapa dos Municípios de Turismo do Brasil, através do Ministério do Turismo.
O VALE DAS CASCATAS com suas serras com remanescentes de Mata Atlântica e banhada por inúmeras nascentes contribuem para formação do Córrego das Pratas, suas cascatas, piscinas naturais, corredeiras e poços que serve para as pessoas desfrutar das água frescas da "Cascata."
No RIO PARDO as corredeiras, praias e cachoeiras são um encanto a parte com suas água cristalinas e mornas.
Na RESERVA INDÍGENA as grutas milagrosas, califórnias, a cultura e o PAI DA MATA são atrativas para a parte.
O Pau Brasil Folia, Pau Brasil Gospel e Pedrão Brasil são os atrativos para gerar fluxo turístico local, nos meses de abril e julho (Agora suspensos devido a pandemia do novo coronavírus).

Letra do Hino

Oficialmente o município não dispõe de seu hino.